Olá queridas amigas
Antes de abordar sobre como ser uma mulher eficiente, gostaria de perguntar sobre o que é ser eficiente? Será que é ser perfeita? Dar conta de tudo? Fazer tudo de forma a ser sempre elogiada? É estar sempre disponível para qualquer necessidade? É ser sempre compreensiva, paciente, equilibrada sob quaisquer situações? Estar sempre pronta para o trabalho, para a casa, para os filhos, família, para os amigos, para o marido, namorado? É estar sempre forte? Ufa! Só de escrever já dá uma sensação de que ser uma mulher eficiente é ser a mulher maravilha!
Observem que desta forma, ser uma mulher eficiente é ter que dar conta de “tudo” que ocorre a nossa volta e dentro de nós também. É cansativo, estressante e nos leva para a auto-cobrança contínua em relação a esta perfeição. Nós mulheres somos muito tendentes a queremos ser perfeitas, principalmente para mantermos uma imagem de que ser mulher é ser eficiente, capaz, forte e que não deixamos nada a desejar em relação aos homens. Tem sobre nossas cabeças milênios de valores e crenças ruins, invertidas sobre nossa capacidade, nossa força interna e principalmente nossa força como elo feminino e para fazermos frente a tudo isto somente a perfeição da eficiência é que pode nos salvar!
Na natureza, porém, existe uma lei que nos ensina sobre a parte e sobre o todo. Esta lei nos ensina ainda, que o tudo não existe. Ela nos ensina que dentro do todo existe muitas partes e que cada parte é parte deste todo. Quando desenvolvemos a visão desta lei natural aprendemos que ser eficiente é termos a visão do “todo” que nos permite observarmos as partes sem nos prendermos nos detalhes, pois necessitamos sustentar a visão do todo. Sendo assim, acaba por não haver espaço para nos prendermos com o tudo que nos leva a nos prendermos nos detalhes dos detalhes.
A natureza é profundamente harmônica e de tão harmônica que é nos dá a impressão de que é perfeita. Porém, de acordo com as leis naturais a perfeição também não existe, pois é fruto de nossa confusão sobre a idéia de harmonia. Esta harmonia provém do equilíbrio entre as partes que compõe todo, sendo assim, para sermos mulheres eficientes necessitamos em primeiro lugar observarmos o que é essencial para ser cumprido em cada parte deste todo que é nossa existência. Se observarmos o que realmente é essencial não nos perderemos no tumulto do tudo e sustentaremos a verdadeira eficiência que é termos a visão do todo.
Realmente queridas amigas não vale a pena querer ser perfeita. Seja apenas você mesma, sem se preocupar com a opinião dos outros sobre sua eficiência. Ser eficiente é ser harmônica e fazer apenas aquilo que realmente é importante dentro de suas condições e de suas necessidades e dentro daquilo que lhe traz prazer e preenchimento interno!
Mostrando postagens com marcador mulher e trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mulher e trabalho. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Ser mulher profissional e ainda feminina
Queridas amigas neste texto eu vou abordar um pouco sobre o modelo masculino de comportamento adotado pelas mulheres como um modelo a ser seguido não somente no profissional, mas também, nos demais papeis assumidos pelas mulheres.
No início do industrialismo uma grande oportunidade de mudança de realidade surgiu para as mulheres daquela época, que foi atender as necessidades de mão de obra trabalhista. Porém, a sociedade era dominada pela força masculina e as mulheres tiveram que provar que eram capazes de exercerem as atividades profissionais e com isto, passaram a adotar o modelo masculino para competirem por vagas e também para poderem permanecer em seus trabalhos. Pensava-se ainda, que a mulher era inferior ao homem no tocante à inteligência, o que era sustentado pelos meios científicos da época.
As queridas amigas podem estar pensando que isto ainda é realidade até hoje. Concordo plenamente, pois vejo o quanto as mulheres ainda necessitam provar que são tão capazes quanto os homens de exercerem suas profissões e principalmente chegarem a cargos de lideranças. Porém, o fato é que o modelo masculino de comportamento assumido pelas mulheres trouxeram o afastamento da força feminina que até hoje continua esquecida e não reconhecida pelas próprias mulheres.
Mas eu pergunto para as queridas amigas: vocês sabem o que é a força feminina? Qual é a potência desta força? Pergunto ainda: o que é ser feminina: é vestir roupas sensuais; andar maquiada; usar salto alto; ser sedutora? Ou será que é ser doce e delicada; não ter força de ação; não ter capacidade de liderança; ser “mãezona”? Ou será ainda que é ser bonita e feminina por fora e um homem por dentro?
Gostaria de saber o que vocês pensam sobre isto. Escreva para mim e aguarde que continuarei a escrever sobre este assunto tão desafiador para todas nós. Um grande beijo a todas!
No início do industrialismo uma grande oportunidade de mudança de realidade surgiu para as mulheres daquela época, que foi atender as necessidades de mão de obra trabalhista. Porém, a sociedade era dominada pela força masculina e as mulheres tiveram que provar que eram capazes de exercerem as atividades profissionais e com isto, passaram a adotar o modelo masculino para competirem por vagas e também para poderem permanecer em seus trabalhos. Pensava-se ainda, que a mulher era inferior ao homem no tocante à inteligência, o que era sustentado pelos meios científicos da época.
As queridas amigas podem estar pensando que isto ainda é realidade até hoje. Concordo plenamente, pois vejo o quanto as mulheres ainda necessitam provar que são tão capazes quanto os homens de exercerem suas profissões e principalmente chegarem a cargos de lideranças. Porém, o fato é que o modelo masculino de comportamento assumido pelas mulheres trouxeram o afastamento da força feminina que até hoje continua esquecida e não reconhecida pelas próprias mulheres.
Mas eu pergunto para as queridas amigas: vocês sabem o que é a força feminina? Qual é a potência desta força? Pergunto ainda: o que é ser feminina: é vestir roupas sensuais; andar maquiada; usar salto alto; ser sedutora? Ou será que é ser doce e delicada; não ter força de ação; não ter capacidade de liderança; ser “mãezona”? Ou será ainda que é ser bonita e feminina por fora e um homem por dentro?
Gostaria de saber o que vocês pensam sobre isto. Escreva para mim e aguarde que continuarei a escrever sobre este assunto tão desafiador para todas nós. Um grande beijo a todas!
Marcadores:
feminina,
força feminina,
liderança,
mulher,
mulher e trabalho,
sociedade e a mulher,
trabalho
Assinar:
Postagens (Atom)